sábado, 22 de junho de 2013

Aprender com o dioguinho

Olá camaradas de guerra, já encheram os pneus das vossas cadeiras de rodas? Está um dia fantástico lá fora para deficientes. Sim, o sol está baixo. AhAh. Cuidado com o petardo Senhor Coronel!
Vamos lá a mandar umas calinadas acerca da liberdade:

1) Introdução Introdutória: portanto, o assunto de hoje é a liberdade. O que é? Bem, é uma coisa que nos permite fazer coisas dentro de uma coisa que se chama legalidade. Quando atingimos os 18 anos podemos fazer mais coisas porque é assim mesmo. Depende dos Estados e da casa onde vives. Se habitares num edifício sem condições pode-te cair uma telha na testa e não terás grande liberdade, porque com os mortos é mesmo assim.

2) Amandar pedras aos dentes. Há vários tipos de liberdade, aquela, esta e a outra. Neste tópico vamos concentrar-nos na outra e mandar as outras duas pó caralho. Muito bem. Então, este tipo de liberdade é aquela em que uma pessoa carregada de sacos pode chegar ao pé de mim, no comboio, e sentar-se ao meu lado e mandar-me com os sacos todos para cima sem a delicadeza de pedir desculpa ou de se suicidar. É uma liberdade em que, realmente, a pessoa tem a oportunidade de fazer algo deveras desprezível e continuar a sua vida lindamente sem que ninguém lhe dê 3 ou 4 facadas nos rins.

3) Espevitar a Pevide. A liberdade é uma menina muito feia que, muitas vezes, acaba com uma overdose ou então com uma navalha espetada no lombo ou então com herpes a oferecer-se na rua para os noctívagos maridos traidores. Mas também há casos em que a menina liberdade é paciente com os dramas da vida e não pontapeia o esquizofrénico alfarrabista que a tanto irrita. Há palavras que a menina liberdade, por vezes, não consegue deixar de pronunciar, como foda-se, merda, vai para o caralho filho da puta tinhas tanto sítio para estacionar e vieste pra cima de mim, ou epá que merda esta aula nunca mais acaba. A liberdade não deixa de ser uma cabra.

4) Conclusão final: Esta é a conclusão final, em que eu deveria elaborar talvez um resumo do que aprendemos hoje ou incentivar os leitores a reflectir e a utilizar os ensinamentos que aqui presenciámos. Mas como este texto é uma merda eu vou tomar a liberdade de cagar no assunto e ir à minha vida. Por enquanto vou continuar nesta cadeira almofadada que tanta me apraz o rabo, as nádegas, o esfinctér (que é o olho do cu) e as costas. 


Saudações livres,
Dioguinho.

3 comentários:

Rafeiro Perfumado disse...

Esqueceste-te de falar da Avenida da Liberdade, que liga o Marquês de Pombal aos Restauradores.

dioguinho disse...

tive a liberdade de não o fazer.

Sergio Lamas disse...

Este é um blog engraçado e criativo. Ainda assim acho que devias manter em paralelo uma página onde publicasses coisas mais sérias e "úteis" literariamente. Digo isto, porque me parece que usas aqui um tipo de escrita um pouco gratuita e baixamente desafiante (se bem que não desinteressante). Acho que podias receber outro tipo de atenção se apostasses numa página com outro tipo de textos.